POR MARIANA TOKARNIA - AGÊNCIA BRASIL -22/01/2020 - BRASÍLIA, DF

Medicina, direito, engenharia, pedagogia e licenciaturas estão entre as carreiras mais procuradas por estudantes de 15 anos em 41 países. No Brasil, quase dois a cada três estudantes pretendem seguir as dez profissões mais citadas no questionário do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) 2018 por aqueles que fizeram as provas.

Os resultados estão no estudo “Empregos dos sonhos? As aspirações de carreira dos adolescentes e o futuro do trabalho”, divulgado hoje (22) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A publicação analisa, entre outras, as respostas à pergunta: “Qual profissão você espera ter aos 30 anos de idade?”, feita aos participantes do Pisa. O levantamento analisa ainda os resultados dos países que participaram da edição do exame em 2000 e em 2018.

“As aspirações profissionais dos jovens são importantes”, diz o estudo. “As aspirações de carreira dos adolescentes são um bom preditor dos empregos que os alunos podem ocupar quando adultos”, observa. A intenção é mostrar também como essas aspirações mudaram ao longo do tempo.

Ranking por gênero

Os rankings das profissões mais desejadas variam de acordo com o gênero dos estudantes. Entre as mulheres, tanto em 2000 quanto em 2018, medicina, direito, pedagogia e licenciaturas, enfermagem, psicologia, administração e veterinária estão entre as top 10.

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FELIPE CORDEIRO - TERRA EDUCAÇÃO – 12/12/2019 – SÃO PAULO, SP

Somente 2% das instituições brasileiras têm a nota máxima na avaliação de qualidade do ensino superior do Ministério da Educação (MEC). O País dispõe de 2.052 universidades e faculdades, mas apenas 42 delas obtiveram nota 5, conceito mais alto do Índice Geral de Cursos (IGC).

Os dados são referentes a 2018 e foram divulgados nesta quinta-feira, 12, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Todos os indicadores de qualidade do Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (Sinaes) são expressos em uma escala de 1 a 5, sendo 5 a nota máxima e as notas 1 e 2 consideradas `insuficientes`.

Das 2.052 instituições, 438 (21,3%) conseguiram a nota 4; 1.306 (63,6%) obtiveram 3; 259 (12,6%), nota 3; e sete (0,3%) ficaram com 1, o conceito mínimo.

Entre os cursos, só 149 obtiveram nota 5 - 1,7% do total das 8.520 graduações que tiveram o Conceito Preliminar de Curso (CPC) divulgado. Com 4, ficaram 2.702 cursos (31,7%); com 3, foram 4.822 (56,6%). Já a nota 2 foi atribuída a 813 cursos (9,5%), enquanto 34 (0,4%) ficaram com 1.

A avaliação observa quatro dimensões da qualidade dos cursos. São elas:

• Conceito Enade: resultado no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes;

• Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD);

• corpo docente: informações do Censo Superior sobre o porcentual de mestres, doutores e regime de trabalho;

• percepção dos estudantes sobre seu processo formativo: informações do Questionário do Estudante do Enade.

O Inepe esclarece que o cálculo do CPC só é realizado para cursos com, no mínimo, dois estudantes com resultados válidos no Enade. Por isso, 301 cursos ficaram sem o conceito.

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POR PEDRO RAFAEL VILELA - AGÊNCIA BRASIL – 12/12/2019 – BRASÍLIA, DF

O percentual de cursos de ensino a distância (EaD) com nota máxima superou o de presenciais em avaliação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que mede a qualidade do ensino superior.

Os dados são do indicador ao Conceito Preliminar de Curso (CPC), referentes a 2018, e foram divulgados hoje (12) pelo Inep, vinculado ao Ministério da Educação (MEC).

Ao todo, 2,7% dos cursos EaD obtiveram conceito 5, enquanto apenas 1,6% dos presenciais alcançaram o mesmo patamar. O CPC classifica os cursos em uma escala de 1 a 5. O conceito 3 reúne a maior parte dos cursos. Aqueles que tiveram um desempenho menor que a maioria recebem conceitos 1 ou 2. Já os que tiveram desempenho superior à maioria, recebem 4 ou 5.

Ainda considerando as modalidades de ensino, mais cursos distância (94,5%) obtiveram conceito superior a 3: 94,5%. Entre os cursos presenciais, 86,7% obtiveram conceitos entre 3 e 5. Na relação de cursos com pior desempenho, o CPC 2018 apurou uma maior participação da modalidade presencial. Enquanto 0,4% de cursos presenciais conseguiram conceito 1, o percentual do EaD foi de 0%. Já os cursos com nota 2 representam 5,5% na modalidade EaD e 9,5% entre os presenciais.

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BRUNO ALFANO E PAULA FERREIRA - O GLOBO – 13/12/2019 – SÃO PAULO, SP

Uma portaria do Ministério da Educação (MEC) publicada anteontem no Diário Oficial reduziu os requisitos de qualidade para definir quais cursos presenciais podem oferecer até 40% das aulas à distância.

Na prática, isso libera mais de 9 mil cursos presenciais (cerca de um terço do total existente) a expandir sua carga horária à distância.

Em 2018, uma portaria do MEC, ainda sob gestão do ministro Mendonça Filho (DEM), definiu que faculdades com Conceito de Curso (CC) 4 ou 5 (numa escala de 1 a 5) poderiam aumentar a oferta de aulas à distância de 20% para 40%.

Pela nova regra, os únicos pré-requisitos passam a ser atingir nota 3 em quatro quesitos: Metodologia, Atividades de Tutoria, Ambiente Virtual de Aprendizagem e Tecnologias de Informação e Comunicação.

Esses são quatro dos 35 indicadores que formam três dimensões avaliadas (Organização Didático-Pedagógica; Corpo Docente e Tutorial; e Infraestrutura) pelo MEC. Juntos, compõem a nota do Conceito de Curso.

De acordo com o portal E-mec, há quase 29 mil cursos de graduação em funcionamento no Brasil com nota no Conceito de Curso (CC). Desses, 16,6 mil têm conceito 4 e 2,9 mil estão avaliados com 5. Os cursos com conceito 3 são 9.200 e os de nota 1 e 2 somam cerca de 300.

Na antiga portaria, cursos de graduação presenciais da área de saúde e das engenharias não poderiam ter 40% dos seus cursos à distância. A nova regra, no entanto, derrubou a norma. Apenas Medicina ainda está vetada.

— O curso de Odontologia, por exemplo. Ele pode ser 40% à distância porque tem conteúdos teóricos. Esses podem ser feitos com o aluno em casa. A parte prática, de laboratórios, não. Essa precisa ser prática — afirma Raquel Carmona, gerente jurídica do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp).

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POR PEDRO IVO DE OLIVEIRA - AGÊNCIA BRASIL – 10/12/2019 – BRASÍLIA, DF

O Ministério da Educação (MEC) anunciou hoje (10) que universidades e instituições de ensino superior terão uma nova modalidade de emissão de diplomas de graduação: o diploma digital. De acordo com o secretário de Educação Superior, Arnaldo Barbosa Júnior, a medida visa reduzir os custos de emissão do certificado e agilizar a empregabilidade de jovens graduados.

“Quando a pessoa se forma no nível superior, o nível de empregabilidade se torna muito elevado. Isso é fruto das oportunidades que estamos criando, é mais um serviço de transformação digital. E vamos corrigir um erro histórico: ficamos muito distantes dos alunos. Mas, cada vez mais, queremos nos aproximar e construir um novo mundo. Um mundo de educação de qualidade”, disse o secretário.

O novo formato deve estar disponível para 8,3 milhões de estudantes brasileiros que estão em fase de graduação e que serão beneficiados pela primeira fase de implantação do diploma digital. O projeto-piloto foi realizado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e conseguiu reduzir o tempo de emissão de um diploma devidamente autenticado e assinado digitalmente pelo ministério para 15 dias - prazo 84% menor que os 90 dias estipulados pela maioria das instituições de ensino superior do Brasil. Segundo o secretário, por enquanto a nova tecnologia não será aplicada para cursos de pós-graduação, mestrados e doutorados.

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