LUIZ FERNANDO TOLEDO - UOL EDUCAÇÃO – 29/11/2018 – SÃO PAULO, SP

Só 1/4 dos contratos de financiamento estudantil prometidos pelo governo federal foram firmados neste ano. É o que mostra um levantamento inédito produzido pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes). Crise econômica, corte de recursos e reestruturações feitas no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) seriam os principais problemas que afetaram a política, segundo o estudo.

O levantamento aponta que, apesar da promessa de incluir 310 mil novos alunos em 2018, apenas 80,3 contratos foram efetivados - pouco mais de 26% da meta. `Nem as 100 mil vagas na modalidade governamental, com juro zero, foram preenchidas devido ao alto grau de exigências das atuais regras`, aponta o relatório da entidade.

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Para ministro, é “mais simples” unir MEC com Ciência e Tecnologia

POR MARIANA TOKARNIA - AGÊNCIA BRASIL – 07/11/2018 – BRASÍLIA, DF

O ministro da Educação, Rossieli Soares, disse que seria `mais simples` unir o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTIC) com o Ministério da Educação (MEC) do que o MEC com os ministérios da Cultura e do Esporte. A sugestão de Rossieli ocorre no momento em que o governo eleito Jair Bolsonaro (PSL) estuda fundir pastas e retirar do MEC o comando sobre o ensino superior.

A análise do ministro foi feita por videoconferência para jornalistas. Ele conversou com os repórteres ontem (6), após o anúncio de que será secretário de Educação de São Paulo a convite do governador eleito João Doria (PSDB).

Rossieli se disse a favor de mudanças, mas alertou que políticas públicas precisam ser avaliadas e alterados se não há o resultado esperado.

`Não dá para imaginar que a mesma política vai dar certo para sempre e não dá para imaginar que todas as políticas serão ruins. O que eu quero dizer é que a gente constantemente tem que se basear em evidências para continuar com aquilo que está dando certo.`

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Três em cada 10 são analfabetos funcionais no País

ISABELA PALHARES E JULIANA DIÓGENES - TERRA EDUCAÇÃO – 06/08/2018 – SÃO PAULO, SP

Os preços das ervas, temperos, cebolas e limões na barraca da feirante Onorina Quixobeira da Silva, de 62 anos, são redondinhos: R$ 1, R$ 2, R$3, e por aí vai. Nada de centavos. Quanto menos números, melhor. É contando nos dedos que sai o troco do freguês. Só assim ela consegue identificar o que está nas cédulas e fazer a venda correta. `Muitas vezes me atrapalho e tenho de começar a contar de novo`, conta ela.

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Ministro da Educação diz que Brasil está `no fundo do poço` da desigualdade

ANA CARLA BERMÚDEZ - UOL EDUCAÇÃO – 06/08/2018 – SÃO PAULO, SP

O ministro Rossieli Soares da Silva (Educação) disse nesta segunda-feira (6) que a reforma do ensino médio não vai aprofundar as desigualdades já existentes entre as escolas privadas e públicas nem entre as unidades de grandes centros urbanos e de pequenas cidades do país.

`Não existe caminho para o Brasil aumentar a desigualdade [entre as escolas]. Nós temos uma desigualdade que é absurda nesse país`, afirmou o ministro. `Eu tenho convicção de que não tem como, porque a gente está no fundo do poço`.

A fala do ministro aconteceu durante sua participação no 2º Congresso Internacional de Jornalismo de Educação, em São Paulo.

Sancionada por meio de medida provisória em 2017 pelo presidente Michel Temer (MDB), ao lado do então ministro da Educação Mendonça Filho (DEM), a reforma do ensino médio teve como uma de suas principais críticas o estabelecimento de itinerários formativos.

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Polos de ensino superior a distância crescem 133% em um ano

OCIMARA BALMANT - UOL EDUCAÇÃO – 26/07/2018 – SÃO PAULO, SP

Em pouco mais de um ano, o total de polos de ensino superior a distância subiu de 6.583 para 15.394, segundo dados do MEC (Ministério da Educação). A alta de 133% resulta de um decreto que diminuiu as exigências para a oferta da modalidade.

Entre as mudanças estão a autonomia para que as instituições criem seus polos —antes era preciso visita prévia de técnicos do ministério— e o credenciamento de instituições na modalidade EaD sem a exigência da oferta simultânea de cursos presenciais.

O objetivo é ampliar a matrícula de ensino superior no país para atingir a Meta 12 do Plano Nacional de Educação, que prevê elevar a taxa bruta de matrícula nessa faixa para 50% da população de 18 a 24 anos até 2024.

Em 2017, só 23,8% dos jovens entre 18 e 24 anos cursavam faculdade, segundo a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).

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