Em 2023, instituições privadas terão mais alunos no ensino à distância que no presencial

PAULA GIOLITO / AGÊNCIA O GLOBO - O GLOBO – 22/05/2018 – RIO DE JANEIRO, RJ

Uma pesquisa da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), divulgada nesta terça-feira, mostra que caso a tendência de crescimento nas matrículas no ensino superior continue a mesma, em 2023 o número de ingressantes por meio da educação à distância (EAD) nas universidades particulares será maior que o daqueles que entram para cursos presenciais.

De acordo com o estudo, a projeção é que em 2023 haja 2.276.774 matrículas novas de ensino superior na educação à distância, o correspondente a 51% do total, enquanto que os cursos presenciais das instituições particulares registrarão 1.993.319 ingressantes. Os últimos dados do Censo da Educação Superior 2016, divulgados no ano passado pelo Ministério da Educação (MEC), mostram que nas instituições privadas o número de alunos que entraram em cursos presenciais naquele ano era 1.637.461, enquanto que 818.691 ingressaram na educação à distância.

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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL - INEP

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) tornou públicas 27 portarias normativas com as diretrizes de prova do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2018. Nelas são apresentados os perfis, recursos e objetos de conhecimento que serão avaliados em cada uma das áreas. As portarias foram publicadas no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 4 de junho, e estão disponíveis no Portal do Inep para consulta.

O Enade 2018 será aplicado em 25 de novembro. A prova terá dez questões do componente de formação geral (comum a todos os estudantes), sendo duas discursivas e oito de múltipla escolha; e 30 questões nos componentes específicos de cada área, sendo três discursivas e 27 de múltipla escolha.

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AGÊNCIA BRASIL - 17/10/2017 – BRASÍLIA, DF

A cada ano, quase 3 milhões de jovens abandonam a escola no Brasil. É o que apontou o estudo Políticas Públicas para Redução do Abandono e Evasão Escolar de Jovens, elaborado pelo Ensino Superior em Negócios, Direito e Engenharia (Insper) e divulgado hoje (17).

Ao final deste ano, um em cada quatro jovens entre 15 e 17 anos de idade vão abandonar seus estudos, não vão se matricular para o ano seguinte ou serão reprovados. Isso corresponde a um universo de 2,8 milhões de pessoas (27%), entre os 10 milhões de jovens estimados no país nessa faixa etária e que deveriam, de acordo com a Constituição, estar frequentando a escola.

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Ensino a distância 100% virtual amplia opções, mas desafio aumenta

LUCIANA ALVAREZ - UOL EDUCAÇÃO – 11/05/2018 – SÃO PAULO, SP

No modelo de educação a distância que os brasileiros têm hoje, todo aluno precisa ir ao polo de sua escola de vez em quando para fazer prova e atividade laboratorial ou assistir a alguma aula.

Isso vai mudar em breve. Entrou em vigor uma portaria do MEC, publicada em maio, permitindo que o ensino superior a distância seja ofertado sem atividades presenciais. Poderão existir universidades brasileiras cem por cento virtuais.

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UOL EDUCAÇÃO – 17/10/2017 – SÃO PAULO, SP

O Brasil não tem conseguido colocar todos os jovens na escola e, mantendo o ritmo de expansão da escolaridade dos últimos 15 anos, levaria 200 anos para universalizar o atendimento.

Dados de 2015, os mais recentes disponíveis, mostram que 22% dos jovens de 15 a 17 anos estão fora da escola. O índice é similar ao registrado em 2000, quando eram 25%, segundo estudo do economista Ricardo Paes de Barros.

Na comparação internacional, o Brasil vem perdendo posições. Enquanto na virada do milênio 43% dos países tinham resultados melhores que o Brasil, atualmente mais de 55% encontram-se nessa situação. Ou seja: têm um percentual menor de jovens fora da escola.

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