POR MARIANA TOKARNIA - AGÊNCIA BRASIL – 31/12/2018 – BRASÍLIA, DF

Cursos de graduação presenciais poderão ofertar até 40% das aulas a distância. O limite anterior era de 20%. A medida está prevista em portaria publicada hoje (31) no Diário Oficial da União pelo Ministério da Educação (MEC). A medida não vale para cursos da área da saúde e de engenharia.

A portaria estabelece que os estudantes devem ser informados pelas instituições de ensino superior que parte do curso presencial será ministrada a distância. As instituições devem detalhar, de maneira objetiva, as disciplinas, conteúdos, metodologias e formas de avaliação dessas aulas.

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FOLHA EXPRESS - GAZETA DO POVO – 08/12/2018 – SÃO PAULO, SP

Universidade não é lugar só para jovens, mas também para a turma dos cinquentões para cima. Em 2017, 73.048 alunos com 50 anos ou mais ingressaram no primeiro ano do ensino superior no país, dos quais, 62% optaram pelo ensino a distância, modalidade que tem despertado interesse dos estudantes nos últimos anos.

O levantamento é do Quero Bolsa, plataforma na internet para inclusão de estudantes no ensino superior. A empresa se baseou no Censo de Educação Superior 2017, realizado anualmente pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), órgão ligado ao Ministério da Educação, e divulgado recentemente.

De 2010 a 2017, o número de alunos com 50 anos ou mais que entraram em faculdades cresceu 73,6%. Se observadas as modalidades de ensino, o a distância registrou alta de 162% entre este público no período, contra 9,82% do presencial.

Desde 2014, ano em que o governo federal reduziu a oferta de vagas no Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante), tem caído o número de alunos nessa faixa etária em cursos presenciais. Dos 73.048 universitários acima de 50 anos inscritos no primeiro ano no ano passado, 37,5% representaram essa modalidade.

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LUIZ FERNANDO TOLEDO - UOL EDUCAÇÃO – 29/11/2018 – SÃO PAULO, SP

Só 1/4 dos contratos de financiamento estudantil prometidos pelo governo federal foram firmados neste ano. É o que mostra um levantamento inédito produzido pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes). Crise econômica, corte de recursos e reestruturações feitas no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) seriam os principais problemas que afetaram a política, segundo o estudo.

O levantamento aponta que, apesar da promessa de incluir 310 mil novos alunos em 2018, apenas 80,3 contratos foram efetivados - pouco mais de 26% da meta. `Nem as 100 mil vagas na modalidade governamental, com juro zero, foram preenchidas devido ao alto grau de exigências das atuais regras`, aponta o relatório da entidade.

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DA REDAÇÃO - UOL EDUCAÇÃO – 05/12/2018 – SÃO PAULO, SP

Apenas 36% dos alunos que completaram o ensino médio na rede pública entraram numa faculdade. Relatório divulgado nesta quarta-feira (5) pelo IBGE deixa claro o tamanho do contraste educacional no país.

Quando o aluno veio do ensino médio na rede privada, esse percentual mais do que dobra: 79,2%. Os dados fazem parte da Síntese de Indicadores Sociais 2018.

A desigualdade também é percebida quando o recorte é feito por cor. 51,5% dos brancos com ensino médio completo ingressaram no ensino superior em 2017. Quando considerados pretos e pardos, o percentual cai para 33,4%.

Se o aluno é oriundo de escolas privadas, essa diferença é atenuada, no entanto. 81,9% dos brancos que estudaram na rede privada ingressaram no ensino superior, e a proporção é de 71,6% entre pretos e pardos da rede privada.

Consideradas as classes sociais, a diferença no acesso ao ensino superior é ainda mais acentuada. A maior proporção de estudantes em faculdades é formada pelo um quarto da renda per capita mais alta do país.

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Para ministro, é “mais simples” unir MEC com Ciência e Tecnologia

POR MARIANA TOKARNIA - AGÊNCIA BRASIL – 07/11/2018 – BRASÍLIA, DF

O ministro da Educação, Rossieli Soares, disse que seria `mais simples` unir o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTIC) com o Ministério da Educação (MEC) do que o MEC com os ministérios da Cultura e do Esporte. A sugestão de Rossieli ocorre no momento em que o governo eleito Jair Bolsonaro (PSL) estuda fundir pastas e retirar do MEC o comando sobre o ensino superior.

A análise do ministro foi feita por videoconferência para jornalistas. Ele conversou com os repórteres ontem (6), após o anúncio de que será secretário de Educação de São Paulo a convite do governador eleito João Doria (PSDB).

Rossieli se disse a favor de mudanças, mas alertou que políticas públicas precisam ser avaliadas e alterados se não há o resultado esperado.

`Não dá para imaginar que a mesma política vai dar certo para sempre e não dá para imaginar que todas as políticas serão ruins. O que eu quero dizer é que a gente constantemente tem que se basear em evidências para continuar com aquilo que está dando certo.`

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