Três em cada 10 são analfabetos funcionais no País

ISABELA PALHARES E JULIANA DIÓGENES - TERRA EDUCAÇÃO – 06/08/2018 – SÃO PAULO, SP

Os preços das ervas, temperos, cebolas e limões na barraca da feirante Onorina Quixobeira da Silva, de 62 anos, são redondinhos: R$ 1, R$ 2, R$3, e por aí vai. Nada de centavos. Quanto menos números, melhor. É contando nos dedos que sai o troco do freguês. Só assim ela consegue identificar o que está nas cédulas e fazer a venda correta. `Muitas vezes me atrapalho e tenho de começar a contar de novo`, conta ela.

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Polos de ensino superior a distância crescem 133% em um ano

OCIMARA BALMANT - UOL EDUCAÇÃO – 26/07/2018 – SÃO PAULO, SP

Em pouco mais de um ano, o total de polos de ensino superior a distância subiu de 6.583 para 15.394, segundo dados do MEC (Ministério da Educação). A alta de 133% resulta de um decreto que diminuiu as exigências para a oferta da modalidade.

Entre as mudanças estão a autonomia para que as instituições criem seus polos —antes era preciso visita prévia de técnicos do ministério— e o credenciamento de instituições na modalidade EaD sem a exigência da oferta simultânea de cursos presenciais.

O objetivo é ampliar a matrícula de ensino superior no país para atingir a Meta 12 do Plano Nacional de Educação, que prevê elevar a taxa bruta de matrícula nessa faixa para 50% da população de 18 a 24 anos até 2024.

Em 2017, só 23,8% dos jovens entre 18 e 24 anos cursavam faculdade, segundo a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).

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EAD: 1,5 milhão estuda a distância no Brasil

POR MARIANA LAJOLO - REVISTA VEJA – 20/07/2018 – SÃO PAULO, SP

Durante um ano e meio, a rotina de Max Linder de Moura, 30 anos, foi atribulada. Trabalho, horas perdidas no trânsito, aulas e todos os sábados tomados para cursar um MBA em finanças. A correria levou o administrador de empresas a cogitar desistir de continuar a estudar. Até que ele recebeu um email de uma instituição que falava sobre ensino a distância (EAD). Descobriu ali que a saída para seu problema estava na internet.

“Percebi que era possível fazer um bom curso superior online. Foi uma experiência completamente diferente, mais leve, consegui aproveitar muito mais e ainda ter tempo para descansar e me divertir”, diz ele, que está prestes a entregar o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) para se formar em economia comportamental pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing).

Moura adequou os estudos a sua rotina e encontrou horários alternativos para assistir às aulas, ler e fazer atividades, como nas quase três horas que gasta no trânsito do Rio de Janeiro para ir e voltar do trabalho.

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DA REDAÇÃO - IG EDUCAÇÃO – 24/07/2018 – SÃO PAULO, SP

O momento de escolher a profissão que deseja seguir é um dos mais difíceis, já que essa decisão pode determinar o que vai fazer para o resto da vida. As diversas opções de cursos superiores disponíveis no mercado tornam tudo ainda mais complicado.

Nesse momento, os estudantes brasileiros tendem a não procurar apenas pela aptidão que apresentam para determinada área, mas analisam também o mercado de trabalho da profissão. Assim, os cursos superiores que parecem apresentar maior estabilidade e opções de trabalho acabam sendo os mais escolhidos.

Listamos os 10 cursos mais procurados de acordo com o Censo da Educação Superior do Ministério da Educação. A lista pode te ajudar, de alguma forma, a escolher a profissão que deseja seguir. Dá uma olhada!

Os 10 cursos superiores mais procurados do Brasil

1. Direito

Impulsionado pelo aumento do debate de temas como corrupção e Lava Jato na mídia, o Curso Superior em Direito é o curso mais procurado do Brasil e teve crescimento de mais de 32% entre 2009 e 2016 (segundo o Censo de Educação Superior).

O Curso de Direito UNINOVE é o único curso da área no Brasil com avaliação máxima no MEC (nota 5)! Então, vista seu terno, e encare esta graduação com até 100% de bolsa !

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Educação a distância cresce mais que presencial, mas não é 1ª opção

POR MARIANA TOKARNIA - AGÊNCIA BRASIL – 22/05/2018 – BRASÍLIA, DF

A educação a distância cresce em ritmo mais acelerado que o ensino presencial e já é opção para quase metade das pessoas que buscam uma graduação. Pesquisa divulgada hoje (22) pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) - que representa grande parte do ensino superior particular do país - mostra que 44% dos entrevistados optariam por essa modalidade, enquanto 56% dizem que preferem o ensino presencial. Nesse ritmo de crescimento, o Brasil terá mais alunos estudando a distância que nas salas de aula tradicionais, em 2023.

A pesquisa mostra ainda que, se informados de que os cursos a distância podem ter etapas presenciais, a aceitação aumenta para 93% dos estudantes pesquisados. Para os 7% restantes, ainda há um desconforto em ter a maior parte das aulas pela internet. Outro ponto destacado por esses alunos que não optariam pela EaD é a percepção de que o mercado de trabalho ainda não valoriza adequadamente a qualidade desses cursos.

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