Os mantedores associados reuniram-se em setembro de 2019 para eleger nova diretoria, com mandato de 2019 a 2022. Maurício Neves agradeceu a presença e a colaboração dos colegas durante sua presidência. Ele lembrou que em seu mandato, foram intensificados relacionamento com autoridades da Secretaria de Saúde do GDF para tratar de assuntos de interesse dos associados mantenedores de cursos da SAÚDE, notadamente MEDICINA, com intuito de abolir entraves burocráticos; minimizar dificuldades verificadas nos atuais convênios de estágio e de internato, e melhoramento da efetividade desses convênios com a rede pública; ampliar a oferta para múltiplas atividades; e revisão da destinação de recursos originários da contrapartida.

Na gestão 2016/2019, foram enviadas várias e incisivas correspondências a autoridades do MEC, incluindo ministros, secretários da Secretaria de Ensino Superior, secretários da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior, parlamentares, congressistas presidentes das Comissões de Educação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, tornando se o SINDEPES/DF protagonista, inclusive tendo conquistado o apoio do SEMESP, na campanha para informatização e digitalização dos processos de manutenção e guarda dos documentos acadêmicos dos alunos matriculados nas faculdades de ensino superior de todo o país. Tal modernização, pela extinção de métodos antiquados e dispendiosos, objeto de grande esforço e determinação do SINDEPES/DF, tornou-se realidade por meio das Portarias 1.095 de 25 de outubro de 2018; e 554 de 11 de março de 2019, essa última dispondo sobre emissão e registro de diploma digital.

Ainda como balanço, o SINDEPES/DF manteve diálogos com o presidente da FAPDF e mantenedores associados para que o Conselho Superior da FAPDF fosse ocupado por dois representantes da categoria, tendo indicado para os assentos a reitora da UDF, professora Beatriz Eckert-Holff, e o diretor executivo estratégico da UBEC, professor Márcio Dias. Os conselheiros tomaram posse em abril de 2019.

Maurício Neves relembrou também que, em amistoso e profícuo relacionamento com os dois sindicatos representantes dos trabalhadores na educação, SINPROEP e SAEP, conduziu três negociações para assinatura das convenções coletivas, alcançado significativos ganhos para os mantenedores, entre eles índices do reajuste, do piso salarial, e parcelamento do pagamento do abono. As CCTs com o SINPROEP de 2018 e de 2019 são consideradas como’ modelos de negociação’ para outras entidades do território nacional.

As Implicações da Reforma Trabalhista nas Relações de Trabalho no Ensino Superior foi tema de seminário promovido pelo SINDEPES/DF, demonstrando interesse de específicos departamentos das faculdades em participar desse tipo de evento, que teve como expositor o advogado José Roberto Covac, diretor jurídico do SEMESP, especialista em direito educacional, explicando aos participantes aspectos da vigência das convenções coletivas, banco de horas firmado por pacto individual, contratação de serviço autônomo, alteração do contrato de trabalho, homologação de acordo extrajudicial, dispensas imotivadas, teletrabalho incluído na CLT, entre outros tópicos.

Em outro encontro, mirando contextualizar novas fronteiras, o SINDEPES/DF promoveu a palestra ‘Ensino Superior, A Nova Economia e A Nova Educação’, que explorou as consequências e influência das transformações digitais sobre o universo do trabalho.

No mesmo sentido, o SINDEPES/DF reuniu em seu auditório técnicos de empresa especializada em soluções tecnológicas, e certificações digitais, para esclarecer aos mantenedores, e corpo diretivo das faculdades, como se dará o processo de segurança na digitalização e certificação de documentos acadêmicos, incluindo o diploma digital, exigência da Portaria 554 de março de 2019, acima citada.

Como resultado de campanha para expandir o quadro de filiados, o SINDEPES/DF recebeu a adesão do grupo KROTON/ ANHANGUERA; do grupo IBMEC; do grupo MAKENZIE; e do grupo IDP.

Finalizando seu discurso, Maurício Neves disse que a expectativa é de que a nova diretoria mantenha coeso o sindicato em torno dos interesses da categoria, com atenção voltada aos cenários e condições que regem o ensino superior no distrito federal.

O presidente eleito para o mandato de 2019 a 2022, o professor Luiz França, da FACULDADE LS, admitiu grande desafio que tem pela frente. Ele adiantou que vai buscar novos associados. “Somos vistos como subproduto da educação pública, e temos que mostrar que somos muito mais que isso”, ressaltou. Diretor executivo da LS, o novo presidente do SINDEPES/DF afirmou que irá dar continuidade ao trabalho de seus predecessores. “Vou continuar essa história, mostrar ainda mais a importância do ensino superior particular”, cravou.

O novo presidente toma posse em 05 de outubro próximo.

O novo presidente toma possa no dia 5 de outubro próximo.

PLURALIDADE E ELETROPOSTOS

A FAPDF deu posse aos membros de seu novo Conselho Superior. Segundo o presidente da FAPDF, Alexandre de André dos Santos, a nova composição dos assentos do Conselho “está bem mais pluralizada, democrática”. Ele definiu o Conselho como espaço qualificado de reflexão dos rumos do DF. “Não se muda a matriz econômica se não aproveitamos os produtos daqui, com a base tecnológica da região”, disse. Para ele, Brasília tem potencial para estar, em cinco anos, entre os primeiros polos de inovação na área ‘governo-tecnologia’.

Representando o setor produtivo empresarial, Ricardo Caldas agradeceu ao novo governo por abrir mais espaço na FAPDF aos empresários locais. O Conselho garantiu mais assentos ao setor. Caldas disse que espera que haja mais interação entre a UnB e as escolas particulares junto com as entidades produtivas, “para que venham mais rapidamente os novos produtos”.

O secretário de Estado de Ciência e Tecnologia, Gilvan Maximo, mostrou otimismo em relação ao fomento de pesquisas apesar da burocracia excessiva, que trava o andamento dos negócios. “Precisamos de mais dinheiro e de encher a FAPDF de projetos”, disse. O secretário anunciou, em primeira mão, publicamente, que a BMW vai doar 26 carros elétricos para o GDF, para uso dos secretários locais e uso compartilhado de servidores da Esplanada dos Ministérios. Com isso, Brasília também terá seus primeiros ‘eletropostos’. Outra boa nova é que empresários e agentes públicos presentes ao evento confirmaram que esforços estão sendo acelerados para que realmente, nesse governo, o ‘parque tecnológico’ saia do papel.

O Conselho Superior da FAPDF, entre outras atribuições, vai determinar o destino dos recursos para a ciência e tecnologia no DF. O Conselho terá representantes de várias entidades, entre elas EMBRAPA, SEBRAE, FIBRA, SBPC, EMATER, JARDIM BOTÂNICO, GDF, BIOTIC, UnB, CODEPLAN, FEPECS e SINDEPES/DF.

Os representantes dos mantenedores de ensino superior particular no Conselho são: Beatriz Maria Eckert-Hoof, reitora da UDF; e Márcio Pereira Dias, diretor executivo estratégico da UBEC.

Dirigentes e colaboradores das IES associadas compareceram à sede do SINDEPES/DF para participarem do seminário O ENSINO SUPERIOR A NOVA ECONOMIA & A NOVA EDUCAÇÃO, com os palestrantes professor Carlos Monteiro e professora Lígia Pimenta. Ambos falaram da influência das transformações digitais sobre o universo do trabalho. Para eles, as matrículas do ensino superior presencial está em queda. De acordo com os dois, nos próximos 20 anos, 50% dos atuais empregos, como são conhecidos, deixarão de existir.

 

O diretor da Faculdade LS, Thiago Silva, juntamente com os palestrantes Carlos Monteiro, Lígia Pimenta, e o diretor do Uni Projeção, João Paulo Figueiredo

Professor Carlos Monteiro frisa aos presentes as mudanças consideradas ‘disruptivas’

Crédito para:

Jackson Sena

SINDEPES/DF

 O SINDEPES/DF  promoveu um encontro em sua sede para esclarecer aos dirigentes das faculdades do DF aspectos e conceitos da Portaria 554, do gabinete do ministro da Educação, de 11 de março de 2019, que torna obrigatória às IES, públicas e privadas, a emissão e o registro do diploma dos cursos de graduação por meio digital. 

 

O prazo de transição é de dois anos, a partir dessa data. A Portaria 554 esclarece disposições contidas também em instrumento anterior; a Portaria 1.095, de 25 de outubro de 2018.

 

O encontro/apresentação foi com representantes da empresa ‘e-Sec’, especializada em soluções tecnológicas e digitais, que em parceria com a UnB tem trabalhado essa questão específica com o MEC. Vários colaboradores da área de atendimento das faculdades do DF compareceram ao evento.

 

Clique aqui e veja o teor da Portaria.

Com esse artigo abaixo, publicado também nos sites da ABMES, e do SEMESP, o SINDEPES/DF inicia campanha para que o MEC venha a abrir espaço para a contratação de professores sem titulação de mestrado. Conheça os motivos e argumentos que movem a campanha.

Maurício Neves
Presidente do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos Particulares de Ensino Superior do Distrito Federal – Sindepes/DF

Desde 2012, a Folha de São Paulo vem publicando o Ranking Universitário Folha (RUF), cruzamento de informações sobre ensino e pesquisa nas universidades públicas e particulares do país. Quando o caderno foi lançado, o jornal havia sublinhado o fato de que entre as 50 universidades mais pontuadas, 22 eram particulares, “num claro indicativo de que é possível oferecer ensino adequado às necessidades de empregadores mesmo sem produzir boa pesquisa”. A publicação ressaltava que professores que desenvolvem investigações científicas têm, a princípio, mais condições de oferecer formação qualificada aos alunos, mas, ainda de acordo com o editorial, isso não quer dizer que universidades mais voltadas para o ensino não tenham um papel a desempenhar. O editorial chegava ao fim preconizando as diferenças: “seria útil para o país admitir que prosperem diferentes tipos de universidades – as de pesquisa, voltadas para a formação de quadros, e as de ensino, especializadas em diplomar bons profissionais de nível superior”.

Veja texto completo aqui

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