ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL - MEC - REVISTA GESTÃO UNIVERSITÁRIA – 13/03/2019 – BELO HORIZONTE, MG

O Ministério da Educação publicou nesta terça-feira, 12, a Portaria nº 554, que regulamenta o registro e a emissão de diploma digital pelas instituições de ensino superior que compõem o Sistema Federal de Ensino. Esta é a segunda portaria que trata sobre o diploma digital e visa proporcionar às mais de 2,4 mil instituições o passo a passo para implementar o novo formato.

Serão 24 meses contados a partir da publicação da portaria para que as instituições se adequem às especificidades técnicas para emissão e registro dos diplomas de graduação no meio digital. O objetivo é possibilitar o melhor aproveitamento de recursos disponíveis, sem transferir a burocracia hoje existente para o ambiente virtual, preservando as mesmas condições e garantias dos diplomas físicos.

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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL - MEC - REVISTA GESTÃO UNIVERSITÁRIA – 20/02/2019 – BELO HORIZONTE, MG

O Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Regulação e Supervisão Superior (Seres), identificou a necessidade de revisar os processos de credenciamento de novos polos de apoio presencial para cursos de Educação a Distância (EaD). A preocupação se dá pelo expressivo crescimento do setor, que em apenas dois anos aumentou mais de 120%.

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FOLHA EXPRESS - GAZETA DO POVO – 08/12/2018 – SÃO PAULO, SP

Universidade não é lugar só para jovens, mas também para a turma dos cinquentões para cima. Em 2017, 73.048 alunos com 50 anos ou mais ingressaram no primeiro ano do ensino superior no país, dos quais, 62% optaram pelo ensino a distância, modalidade que tem despertado interesse dos estudantes nos últimos anos.

O levantamento é do Quero Bolsa, plataforma na internet para inclusão de estudantes no ensino superior. A empresa se baseou no Censo de Educação Superior 2017, realizado anualmente pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), órgão ligado ao Ministério da Educação, e divulgado recentemente.

De 2010 a 2017, o número de alunos com 50 anos ou mais que entraram em faculdades cresceu 73,6%. Se observadas as modalidades de ensino, o a distância registrou alta de 162% entre este público no período, contra 9,82% do presencial.

Desde 2014, ano em que o governo federal reduziu a oferta de vagas no Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante), tem caído o número de alunos nessa faixa etária em cursos presenciais. Dos 73.048 universitários acima de 50 anos inscritos no primeiro ano no ano passado, 37,5% representaram essa modalidade.

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POR MARIANA TOKARNIA - AGÊNCIA BRASIL – 31/12/2018 – BRASÍLIA, DF

Cursos de graduação presenciais poderão ofertar até 40% das aulas a distância. O limite anterior era de 20%. A medida está prevista em portaria publicada hoje (31) no Diário Oficial da União pelo Ministério da Educação (MEC). A medida não vale para cursos da área da saúde e de engenharia.

A portaria estabelece que os estudantes devem ser informados pelas instituições de ensino superior que parte do curso presencial será ministrada a distância. As instituições devem detalhar, de maneira objetiva, as disciplinas, conteúdos, metodologias e formas de avaliação dessas aulas.

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DA REDAÇÃO - UOL EDUCAÇÃO – 05/12/2018 – SÃO PAULO, SP

Apenas 36% dos alunos que completaram o ensino médio na rede pública entraram numa faculdade. Relatório divulgado nesta quarta-feira (5) pelo IBGE deixa claro o tamanho do contraste educacional no país.

Quando o aluno veio do ensino médio na rede privada, esse percentual mais do que dobra: 79,2%. Os dados fazem parte da Síntese de Indicadores Sociais 2018.

A desigualdade também é percebida quando o recorte é feito por cor. 51,5% dos brancos com ensino médio completo ingressaram no ensino superior em 2017. Quando considerados pretos e pardos, o percentual cai para 33,4%.

Se o aluno é oriundo de escolas privadas, essa diferença é atenuada, no entanto. 81,9% dos brancos que estudaram na rede privada ingressaram no ensino superior, e a proporção é de 71,6% entre pretos e pardos da rede privada.

Consideradas as classes sociais, a diferença no acesso ao ensino superior é ainda mais acentuada. A maior proporção de estudantes em faculdades é formada pelo um quarto da renda per capita mais alta do país.

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